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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Hijo, hoy me han ordenado destrozar tu futuro (via @cynaramenezes) #25S
- Papai, como foi seu dia? Você salvou muita gente?
- Filho, hoje me ordenaram destroçar seu futuro, batendo nos que lutam por você.
Do blog Socialista Morena.
Video: Manifestaciones en Madrid dejan 36 detenidos y 64 heridos (via @HispanTv) #25S
O portal HispanTv divulgou video em sua conta no YouTube com imagens sobre a manifestação desta terça-feira, 25 de setembro, que pacificamente pretendia "rodear el Congreso" e que foi brutalmente reprimida pela polícia espanhola.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
A Grécia no escuro #greekrevolution #criseeconomica

O portal espanhol verba-volant publicou no último dia 13, notícia que foi repercutida pelo portal Rebelion e que dá conta que cerca de 90.000 domicílios gregos estão sem energia elétrica em função de cortes realizados pela companhia elétrica por inadimplência dos consumidores. A inadimplência teria aumentado sensivelmente na Grécia após aprovação do imposto imobiliário inicialmente cobrado nas próprias contas de energia elétrica.
Segue o texto traduzido para o português:
Aumentou drasticamente em 2012 o número de domicílios sem energia elétrica em toda a Grécia. Nos primeiros cinco meses de 2012, o número de domicílios sem eletricidade quintuplicou tomando como referência o mesmo período de 2011. Também, os cortes de energia crescem dia a dia. Se em janeiro os cortes eram cerca de 7000, em maio passado o número disparou e alcançou os 30.000.
Esta situação começou a tornar-se evidente já no ano passado. Durante os oito primeiros meses de 2011 as ordens de cortes superaram o número de 900.000, enquanto durante os primeiros oito meses de 2010 foram cerca de 734.000. O aumento supera os 25%. Calcula-se que atualmente cerca de 90. 000 famílias estão sem eletricidade por não pode pagar nem a conta nem muito menos os impostos imobiliários acrescidos a ela.
Simultaneamente cresce a "dívida" dos consumidores com a companhia elétrica. Se em novembro passado o dinheiro das contas de eletricidade não pagas entre os pequenos consumidores chegava à 289 milhões de euros em maio passado já havia aumentado para 668 milhões.
A maioria desses consumidores não tem conseguido pagar a conta de energia elétrica por causa do tributo imobiliário extraordinário imposto pelo regime à população e que é cobrado nas contas de eletricidade. Logo de início se alguém não pagava ou se pagava somente o dinheiro que corresponde ao consumo de eletricidade (sem o imposto) sua luz era cortada. No entanto, como eram muitos os que não pagavam o imposto, e após a luta contra ele e uma decisão do Conselho de Estado contra o tributo, o regime promulgou uma lei segundo a qual a dívida passa a ser incorporada, juntamente com outros impostos e contribuições à declaração de renda.
De acordo com os dados disponíveis foram emitidas cerca de 12 milhões de contas que somam em torno de 2,5 bilhões de euros, correspondentes a cerca de 6,3 milhões de clientes, dos quais mais de um milhão não pagaram os impostos imobiliário (cerca de 272 milhões euros) ou mesmo a conta inteira. Assinalamos que este ano o aumento do preço da eletricidade for de 15% em relação ao ano passado. Destacamos também que às contas de eletricidade são incorporadas a taxa municipal e a contribuição para a emissora estatal. Esta última, o consumidor de eletricidade é obrigado a pagar mesmo que ele declare que não quer ver os canais estatais de televisão e até mesmo se não tiver um aparelho de TV...
Estas são algumas das consequências da ofensiva desencadeada pelo Estado e pelo capital contra a sociedade, contra o povo, contra as classes trabalhadoras. Ontem, o governo anunciou sua intenção de privatizar a empresa de energia elétrica, entre uma onda de privatizações anunciadas. Em outras palavras, vai vender barato ao capital as ações que não havia vendido ainda. Os ativos de eletricidade, de água, da moradia converteram-se por inteiramente em mercadorias. Mais aumentos estão por vir e espera-se que sejam anunciados neste verão.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Sarkozy admite que deixou a França na merda #merde #Sarko
É isso mesmo que você está lendo. O futuro ex-presidente da França abriu o coração na noite de seis de maio aos seus assessores sobre sua derrota nas urnas para o "socialista" François Hollande e admitiu que seu consolo é que Hollande administrará um "monte de merda". Nada como reconhecer a própria obra.
Leia aqui.
sábado, 5 de maio de 2012
Desemprego na Espanha (#charge de Chad Crowe) #spanishRevolution
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| Touro: "Dou chifradas por Euros" Toureiro: "Preciso de trabalho!" |
terça-feira, 24 de abril de 2012
Don't engage in class warfare (#charge de David Horsey)
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| - Você destrói tudo depois da pilhagem?! Seu rico filho de uma... - Epa, epa, rapaz, não se meta com luta de classe. |
domingo, 15 de abril de 2012
Itália: onda de suicídios como resposta à crie econômica. #italianrevolution #criseEconomica
Tal como na Grécia, cresce a onda de suicídios como resposta à crise econômica. A notícia é da AFP e foi veiculada pelo portal Terra nesta sexta-feira, dia 13 de abril. A notícia ganha relevância justo quando o desemprego na Itália atinge o nível recorde de 9,3% da população economicamente ativa. Os suicídios tem se apresentado como saída desesperada tanto para operários desempregados como para empresários falidos e endividados. Um dos casos que tocou o país foi o do pedreiro de 58 anos que no final de março ateou fogo ao próprio corpo dentro de um veículo em frente a uma repartição de finanças em Bolonha. Ele deveria comparecer a uma audiência de julgamento por não ter pago 104 mil euros em impostos e multas. Estando desempregado, sem perspectivas e podendo ser condenado por "fraude fiscal", imolou-se, sendo hospitalizado com graves queimaduras, vindo a falecer nove dias depois. O portal da Euronews tem um pequeno video sobre o assunto feito antes da morte do pedreiro (veja aqui).
O quadro é grave e somente será resolvido pela classe operária, seja com sua submissão, seja pela revolução. Na primeira morrerão muitos operários. Na segunda, seus algozes.
Salário mínimo pelo mundo: uma pequena comparação
Havia feito essa pesquisa no início do ano logo quando foi anunciado o aumento de 14% do salário mínimo brasileiro, o que correspondia a mais R$ 2,50 por dia aos assalariados. Não a refiz desde então, mas considero que ainda vale a pena divulgá-la. Os dados são de janeiro desse ano e permitem comparar o mínimo brasileiro com outros 11 países, 4 da América do Sul, seis da Europa além dos Estados Unidos.
Os R$ 622,73 brasileiros correspondiam no período a algo em torno de 333 dólares americanos, sendo o menor mínimo entre os 12 países listados. A Irlanda teria o maior mínimo entre os países comparados, seguida da França, Reino Unido e os Estados Unidos. Todos mais de 3 vezes maior que o brasileiro.
É claro que a comparação é muito difícil na medida em que US$ 956,00 na Grécia ou US$ 830 na Espanha que estão no epicentro da crise econômica mundial podem representar um valor talvez até equiparado aos nossos 333. Seriam necessários mais dados como custo de vida, inflação e seguridade social para conseguirmos ter uma comparação mais próxima da realidade. De toda forma não deixa de ser interessante colocar o olho de mínimo brasileiro com o de outros países como a própria Argentina ou Venezuela, que não estão no centro da grande turbulência econômica pela qual passa o mundo, e ainda assim são maiores que o nosso.
Independente da comparação o que é indiscutível é que o mínimo é mísero. Discorda? Pois sustente sua família com um e depois nos conte como conseguiu.
Os R$ 622,73 brasileiros correspondiam no período a algo em torno de 333 dólares americanos, sendo o menor mínimo entre os 12 países listados. A Irlanda teria o maior mínimo entre os países comparados, seguida da França, Reino Unido e os Estados Unidos. Todos mais de 3 vezes maior que o brasileiro.
É claro que a comparação é muito difícil na medida em que US$ 956,00 na Grécia ou US$ 830 na Espanha que estão no epicentro da crise econômica mundial podem representar um valor talvez até equiparado aos nossos 333. Seriam necessários mais dados como custo de vida, inflação e seguridade social para conseguirmos ter uma comparação mais próxima da realidade. De toda forma não deixa de ser interessante colocar o olho de mínimo brasileiro com o de outros países como a própria Argentina ou Venezuela, que não estão no centro da grande turbulência econômica pela qual passa o mundo, e ainda assim são maiores que o nosso.
Independente da comparação o que é indiscutível é que o mínimo é mísero. Discorda? Pois sustente sua família com um e depois nos conte como conseguiu.
sábado, 7 de abril de 2012
Ponho fim à minha vida para não ter que vasculhar o lixo para sobreviver #GreekRevolution
"O governo de Tsolakoglou aniquilou toda possibilidade de sobrevivência para mim, que se baseava em uma pensão muito digna que paguei por minha própria conta sem nenhuma ajuda do Estado durante 35 anos. E dado que minha idade avançada não me permite reagir de outra maneira (embora se um compatriota grego pegasse uma kalashnikov, eu o apoiaria) não vejo outra solução que por fim a minha vida desta forma digna para não ter que terminar vasculhando as latas de lixo para sobreviver. Creio que os jovens sem futuro pegarão algum dia em armas e colocarão de cabeça para baixo os traidores deste país na praça Syntagma, como os italianos fizeram com Mussolini em 1945."
Com essa carta em um de seus bolsos, o farmacêutico aposentado de 77 anos, Dimitris Christoulas suicidou-se com um tiro na cabeça em frente ao parlamento grego, no último dia 04 de abril. Suas últimas palavras em forma de um grito teriam sido "Não quero deixar dívidas aos meus filhos".
O Tsolakoglou da carta de Dimitris é uma referência à Gerorgios Tsolakoglou, primeiro ministro colaboracionista que governou a Grécia entre 1941 e 1942 durante a ocupação nazista. A citação é uma clara comparação com o papel que cumpre o atual governo de Lucas Papademos, como colaboracionista da UE e do FMI às custas dos direitos e da própria vida dos trabalhadores gregos.
A carta e a atitude do velho farmacêutico é sem dúvida emblemática. Mostra entre outras coisas o sentimento do povo grego do papel anti-popular que cumpre o governo Papademos e a falta de perspectiva de uma saída coletiva por mais que esteja presente a vontade de "pegar em uma kalashnikov" e "colocar de cabeça para baixo os traidores do povo grego". E sem perspectiva coletiva, a saída grega segue sendo a alternativa individual do suicídio cujos índices aumentam mês após mês no país.
Leia mais no blog:
sexta-feira, 6 de abril de 2012
"Eles reduziram as nossas pensões...nós não podemos permitir mais isto. Eles querem que a gente se suicide". #GreekRevolution
A afirmação é de Fotis Siakaras, uma das lideranças dos trabalhadores portuários gregos, que marcharam nesta sexta-feira, dia 06/04, até a sede do Banco Central grego em protesto contra a nova fórmula de cálculo das pensões dos portuários, parte do pacote de austeridade do governo, que retira direitos da categoria. Siakaras diz que o caminho de austeridade adotado é o caminho do suicídio.
Veja o video do canal EuroNews no YouTube.
quinta-feira, 22 de março de 2012
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