Pode Me Chamar de Nadí / Just Call Me Nadi from déo cardoso on Vimeo.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Você precisa assistir o curta "Pode me chamar de Nadí" #belezanegra #negritude
Pode Me Chamar de Nadí / Just Call Me Nadi from déo cardoso on Vimeo.
sábado, 17 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Eu fico com a pureza da resposta das crianças #14N
Achei linda essa pequena marchando nas ruas de Portugal nas manifestações da primeira greve geral européia. Bandeira vermelha em punho e palavra de ordem à boca. Linda, linda, linda! Quase sem querer me veio o trecho inicial de "O que é o que é" de Gonzaguinha: "Eu fico com a pureza da resposta das crianças. É a vida. É bonita e é bonita!". Que a vida possa ser bonita para todos nós! Que a façamos bonita! Viva a luta internacional dos trabalhadores!
Greves não servem para nada (#charge de @JRMora) #14N #huelgageneral
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| - Essa coisa de greves é um anacronismo. Não serve para nada. Não penso em parar. - Está em seu direito. |
Imagens da convocação à greve geral na Espanha #14N #tomalahuelga
Imagens do #14N na Espanha #TomaLaHuelga
sábado, 10 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Feliz aniversário Trotsky! #95anosDaRevolucaoRussa
Quando seu pequeno Liova nasceu em 7 de novembro nos idos de 1879, David e Anna Bronstein não faziam a menor ideia do quão grandioso iria se tornar seu rebento. Nem poderiam. Mas eis que ao alcançar seus 38 anos, em 7 de novembro de 1917, Liova, então conhecido como Leon Trotsky, ao lado de Lênin e de seus companheiros bolcheviques, presenteou a humanidade com o primeiro estado operário do planeta.
Se é verdade que sem o partido bolchevique com toda sua história e tradição de anos de enfrentamentos com o regime violento do czarismo não seria possível sequer pensar o sucesso da revolução, igualmente é verdade que sem Trotsky, muito provavelmente, os bolcheviques teriam no mínimo muito mais dificuldade não só de planejar e levar à execução a revolução de outubro como também de levar adiante toda a luta cruenta contra os exércitos brancos entre os anos de 1918 e 1921.
E por ter ido tão alto e tendo levado consigo a classe operária ao que Marx chamaria de "assalto aos céus", vivenciou o que seria a maior das quedas, meio que como se amaldiçoado pelo sacrilégio de tentar libertar a humanidade de seu próprio jugo. De grande herói logo passou a caluniado por seus próprios ex-companheiros e daí em diante amargou o exílio, a perseguição e o assassinato a mando dos dirigentes do estado que ele mesmo havia ajudado a parir.
Trotsky é sem dúvida um dos nomes mais importantes de toda a história da humanidade e a ele prestamos nossa homenagem. Aos 133 anos de seu nascimento deixamos aqui o nosso Feliz Aniversário.
domingo, 4 de novembro de 2012
Vinte reais pela inocência de crianças #FimDaViolenciaContraMulheres
São Gabriel da Cachoeira é o maior município do país chegando a representar sozinho mais de 1% de todo o território nacional, sendo maior que estados como Rio de Janeiro e Pernambuco. Situado no extremo noroeste do Brasil em plena área de Floresta Amazônica e fazendo fronteira com Colômbia e Venezuela, o município já foi considerado área de segurança nacional (1968 a 1984) e abriga ainda hoje vários postos e quartéis das Forças Armadas. Quase 90% da população da região é comprovadamente indígena e até por isso é o primeiro município do país a aceitar oficialmente além do português, 3 idiomas nativos desde novembro de 2002: o Nheengatu, o Tukano e o Baniua. Sua economia é basicamente voltada para a agricultura de subsistência mesmo possuindo uma das maiores reservas mundiais de Nióbio segundo dados do próprio governo estadunidense.
Neste domingo São Gabriel virou notícia na imprensa do país. Não pelo Nióbio, por qualquer incidente nas fronteiras ou pela experiência pioneira de pluralismo linguístico. São Gabriel virou notícia pela violência dos não-índios contra os povos indígenas, mas não qualquer tipo de violência, uma das piores delas, a violência sexual contra as meninas. Está em artigo de Kátia Brasil, enviada da Folha à região, os relatos de 5 meninas que denunciam o envolvimento de vereadores, comerciantes e militares na compra da virgindade das crianças das etnias tariana, unana, tucano e baré. Uma das garotas, hoje com quinze anos, disse que chegou a presenciar "encontros de sete homens com meninas de até dez anos". Ao passo que a inocência é geralmente "comprada" por R$ 20,00, bombons, roupas ou celulares, o silêncio é obtido via ameaças de morte ("Não conte a ninguém ou lhe mato").
O caso não é novo. Já havia sido denunciado à polícia cívil do município há mais de um ano e após o longo período parado sem nenhuma evolução caiu na esfera da polícia federal no mês passado, para agora cair na esfera das redes sociais. O que esperar agora? Antes de mais nada que seja denunciado com todo o vigor e espalhado por todos os cantos como um verdadeiro escândalo precisa ser espalhado de maneira que São Gabriel de Cachoeira paute a imprensa por uma notícia da qual possamos nos orgulhar um pouco que seja: a prisão de todos os envolvidos nessa horrenda rede de pedofilia. Resolveremos o problema da violência contra meninas com isso? Claro que não. É impossível pensar o capitalismo sem a coisificação das pessoas, independente de gênero ou idade, e se é coisa, pode ser comercializado. Isso quer dizer que não temos o que fazer? Muito pelo contrário. Denunciemos e lutemos contra toda monstruosidade mas que não se perca a consciência que é preciso destruir o próprio capitalismo, ou todos os velhos monstros se erguerão novamente.
Neste domingo São Gabriel virou notícia na imprensa do país. Não pelo Nióbio, por qualquer incidente nas fronteiras ou pela experiência pioneira de pluralismo linguístico. São Gabriel virou notícia pela violência dos não-índios contra os povos indígenas, mas não qualquer tipo de violência, uma das piores delas, a violência sexual contra as meninas. Está em artigo de Kátia Brasil, enviada da Folha à região, os relatos de 5 meninas que denunciam o envolvimento de vereadores, comerciantes e militares na compra da virgindade das crianças das etnias tariana, unana, tucano e baré. Uma das garotas, hoje com quinze anos, disse que chegou a presenciar "encontros de sete homens com meninas de até dez anos". Ao passo que a inocência é geralmente "comprada" por R$ 20,00, bombons, roupas ou celulares, o silêncio é obtido via ameaças de morte ("Não conte a ninguém ou lhe mato").
O caso não é novo. Já havia sido denunciado à polícia cívil do município há mais de um ano e após o longo período parado sem nenhuma evolução caiu na esfera da polícia federal no mês passado, para agora cair na esfera das redes sociais. O que esperar agora? Antes de mais nada que seja denunciado com todo o vigor e espalhado por todos os cantos como um verdadeiro escândalo precisa ser espalhado de maneira que São Gabriel de Cachoeira paute a imprensa por uma notícia da qual possamos nos orgulhar um pouco que seja: a prisão de todos os envolvidos nessa horrenda rede de pedofilia. Resolveremos o problema da violência contra meninas com isso? Claro que não. É impossível pensar o capitalismo sem a coisificação das pessoas, independente de gênero ou idade, e se é coisa, pode ser comercializado. Isso quer dizer que não temos o que fazer? Muito pelo contrário. Denunciemos e lutemos contra toda monstruosidade mas que não se perca a consciência que é preciso destruir o próprio capitalismo, ou todos os velhos monstros se erguerão novamente.
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