domingo, 16 de setembro de 2012

Os atentados do 11 de setembro já são história. Mas será que essa história está bem contada?


Já se vai quase uma semana do décimo primeiro aniversário dos atentados que praticamente determinaram a história do começo do século XXI. Na manhã do dia 11 de setembro de 2001, dezenove terroristas ligados à Al Qaeda sequestraram quatro boeings em pleno território estadunidense e os jogaram contra alvos civis e militares em uma ação para muitos só até então imaginada em filmes de Hollywood. Dois desses aviões acertaram as torres gêmeas do World Trade Center em Nova Iorque, um acertou o Pentágono em Washington DC, enquanto o quarto boeing caiu na Pensilvania em um suposto ato heróico dos próprios passageiros que ao saberem dos atentados em curso teriam rendido os terroristas e derrubado o avião antes que ele cumprisse seu objetivo.

Uma grande comoção correu o mundo e a chamada Guerra ao Terror teve início. Ainda em setembro, no dia 21, o então presidente estadunidense George W Bush, exigiu que o governo do Afeganistão entregasse todos os líderes da Al-Qaeda presentes no país aos Estados Unidos. Em 7 de outubro, após os talibans proporem um tribunal internacional ou a comprovação de que Bin Laden participou dos atentados, inicia-se à guerra contra o país que apesar de oficialmente encerrada faz vítimas até os dias de hoje.

Em 20 de março de 2003 foi a vez do Iraque ser invadido sob alegação de possuir armas de destruição em massa. As tais armas nunca foram encontradas mas o seu ditador, Saddam Hussein, esse sim foi encontrado e foi morto por enforcamento em 30 de dezembro de 2006.

No próprio solo estadunidense a Guerra ao Terror também foi travada. Pouco mais de um mês após os atentados entrou em vigor nas terras ianques o Ato Patriota permitindo a invasão de lares, espionagem de cidadãos, interrogações e torturas de possíveis suspeitos de espionagem ou terrorismo, sem direito a defesa ou julgamento.

Moral da história: Afeganistão sem Talibans; Iraque sem ditadura; Saddam morto; Bin Laden morto; Terroristas dentro e fora dos EUA acuados. Tudo certinho, tudo arrumado e no seu devido lugar, não é mesmo?

Bem... não é bem assim...

Que tal voltarmos ao início dessa história e prestarmos um pouquinho mais de atenção nos acontecimentos daquele 11 de setembro? Mas não foquemos nas torres cujas imagens martelaram os olhos e mentes de todas as pessoas do planeta. Que tal se olhássemos para o outro prédio atingido? Você por acaso viu as imagens do acidente? Não? E se por acaso alguém lhe disser que aquilo que atingiu o Pentágono não foi um boeing? Parece absurdo pensar isso? Também acho. No fim das contas é bem mais fácil crer que o vôo 77 da American Air Lines mudou sua rota fazendo um giro de 270º acompanhado de uma descida de 7000 pés, mantendo um espetacular vôo rasante a menos de um metro do chão até acertar o bloco oeste da sede do departamento de defesa da maior potência bélica do mundo sem o menor sinal de resistência. Indubitavelmente muito mais fácil crer nisso. Afinal de contas uma manobra dessas é algo ultra simples para os terroristas afegãos que devem ter algo próximo de centenas de milhares de horas de vôo em boeings desse tipo, não é mesmo?

Também não há nada de estranho do avião ter acertado exatamente uma ala em reforma, recentemente fortificada e praticamente vazia. Muito menos é estranho que nesse dia a força aérea estadunidense estivesse em exercício militar sendo incapaz de abater quaisquer vôos incomuns. Tudo normal. Assim como é completamente normal que não se tenha encontrado um único destroço no local que coincida com um boeing 757. Normalíssimo. Não é mesmo?

Agora imaginemos só por um instante que ao invés de um boeing, o Pentágono tivesse sido acertado por algo parecido com um míssil? É loucura eu sei mas façamos o exercício ainda assim. De onde afinal ele teria saído? Das cavernas do Afeganistão? De Cuba? De algum submarino nuclear russo remanescente da guerra fria perdido no tempo? Não... isso não faz sentido. E se tivesse saído da própria bases militares ianques? Não, não, não. Isso não. Não é possível crer que os afegãos tenham conseguido se infiltrar em uma base militar a ponto de disparar um míssil contra o Pentágono. Isso exigiria um nível de planejamento e conhecimento militar fabuloso, coisa que a turma do Bin Laden comprovadamente não tem. Pra que algo assim pudesse ser viável teria necessariamente que ser o que se costuma chamar de "trabalho interno", obra de gente do próprio escalão das forças militares estadunidenses. E afinal de contas o que eles ganhariam com isso não é mesmo? Qual o interesse dos falcões ianques em se meter em duas guerras do outro lado do mundo? Os EUA não fariam guerra simplesmente pra por a mão no petróleo iraquiano e no gás natural que passa pelo território afegão. Fariam?

E tem mais. Já que os atentados fizeram parte de uma ação coordenada eles também precisariam estar de algum forma por trás da destruição das torres gêmeas. E disso eles não seriam capazes? Ou seriam?

Enquanto você pensa nisso que tal assistir 5 minutinhos do video Pentagon Strike?